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Escrito por Instituto Mix Tempo de leitura: aproximadamente 4 minutos.

Com o passar dos anos surgiram novas ferramentas tecnológicas e novos meios de produzir e ser produtivo. Em meio a essa transformação as empresas dos mais variados segmentos têm procurado competências específicas nos colaboradores.

O termo utilizado no ambiente profissional e empresarial no momento são o soft skills e hard skills. A soft skills pode ser simplificada para o português (de modo não literal), como habilidades e competências pessoais que permitem a conexão e interação com os outros profissionais. E temos as hard skills que são competências e habilidades mais avançadas, inerentes as particularidades de cada indivíduo, como usar softwares específicos, escrever, calcular, analisar dados, entre outras habilidades.

As soft skills

Nesse artigo vamos elencar algumas soft skills, as habilidades e competências pessoais que permitem uma interação e colaboração entre os profissionais e que, na maioria das vezes, são mais levadas em conta pelas empresas do que as hard skills.

Existem dezenas de soft skills (competências ou habilidades) que podemos elencar. Mas para simplificar a sua vida vamos enumerar aquelas fundamentais, os pilares para qualquer profissional se tornar bem sucedido. Estão em primeiro lugar a criatividade, persuasão, trabalho colaborativo, capacidade de adaptação e gestão do tempo.

Criatividade e as competências de criar

Quanto a criatividade esta é uma habilidade (ou competência) exigida por boa parte dos empregadores. Não importa o segmento, setor ou cargo que você ocupa. Ser criativo significa pensar fora da caixa, fazer o diferente, elaborar projeto e ações diferenciadas que levarão você, sua equipe e a empresa a se destacar no mercado.

Enquanto temos máquinas eficientes para operacionalizar coisas já inventadas, programas e formas mecânicas de produzir, as empresas precisam contar com equipes que sejam capazes de ir além do que já foi feito e pensado. Soluções e atividades para um futuro, e nesse processo a criatividade é imprescindível. Afinal de contas nada se cria sozinho, há sempre que se pensar, pesquisar e testar para criar algo.

Persuasão é uma das competências primordiais

O que seria das empresas sem os profissionais capacitados na arte de persuadir. “Você, ei, você aí! Você sabia que esse produto pode mudar a sua vida?” A arte de persuadir é vital para as empresas que precisam vender os seus produtos. A população deve ser convencida (não enganada é bom deixar claro) que o produto ofertado pela empresa em questão vai ajudar na rotina dela e vai, de fato, mudar a vida do consumidor.

Para muitas pessoas a arte de persuadir é algo muito difícil e deve ser trabalhado com o tempo. Não são todas as pessoas que conseguem se motivar e argumentar após alguns “nãos”. Persuadir é uma das habilidades mais disputadas entre os empregadores. Não existe uma receita mágica que ensine você a melhorar essa competência, mas podemos ressaltar que o estudo, a leitura e o investimento profissionalizante nessa técnica podem te ajudar muito a longo prazo.

Não só para vender um produto, mas para você “se vender”, conquistar o empregador e mostrar para ele que a empresa deve contratar você, e que você é fundamental no quadro de colaboradores da empresa em questão.

Trabalho colaborativo

Ninguém é uma ilha, certo? Isso se aplica no mundo dos negócios. Colaborar em equipe, formar um time com o mesmo propósito é a receita do sucesso tanto para o profissional quanto para a empresa.

Profissionais que tendem a guardar ideias, projetos, evitando compartilhar para levar crédito sozinhos, ou que almejam promoções com suas ideias, não são bem vistos aos olhos das empresas que, mais do que nunca, prezam pelo espírito colaborativo e a união, dando ênfase ao envolvimento de todos o setores nos processos de produção.

Isso tem um motivo e esse motivo se chama comunicação. Os setores quando se comunicam sem segredos, sem medo de rivalidade, em um ambiente saudável, costumam refletir seus resultados positivos rapidamente na empresa.

A comunicação entre os setores está ligada ao trabalho colaborativo. Quanto mais colaborativo for o ambiente menos chances de “telefones sem fio” e menos chances de “tiros no pé” de colaboradores e de estratégias mal elaboradas das empresas.

Capacidade de adaptação é competência em alta

Para muitos profissionais, o que foi aprendido na faculdade ou em algum curso específico, ficou ultrapassado. O mundo não para e junto com ele as mudanças provenientes da evolução tecnológica como novas descobertas, novas ferramentas, novos métodos se de produzir.

No meio desse turbilhão incessante de informação e de atualização, se sai bem o colaborador que consegue se adaptar mais rapidamente e, tão importante quanto, o profissional que esteja aberto a essas adaptações, que enxergue nessas mudanças a vital importância de acompanhar o andamento do mercado e das transformações que se seguem.

Uma mente “ajustada”, “programada” para de adaptar para qualquer situação é imprescindível em um mundo onde o que funciona hoje, pode não mais mais funcionar amanhã. A mutação de ferramentas, métodos de trabalho, modo de interagir e colaborar nunca esteve em uma velocidade como a atual.

Soluções do passado já não funcionam mais na atualidade e tão pouco serão úteis no futuro. Pois, até onde sabemos, uma das constantes do universo é a mudança.
As competências de gerir o tempo da melhor maneira

Saber o “tempo das coisas”, ter o “time” do negócio, vai te diferenciar dos demais profissionais. Quando falamos em gestão do tempo, vamos muito além de aproveitar ao máximo o tempo que lhe é dado para desenvolver algo. Estamos falando também em observar como o mercado irá reagir ou se comportar daqui há alguns anos.

A gestão do tempo é uma das competências mais importantes e buscadas pelos empregados das grandes corporações até as microempresas. Organizar a rotina, desenvolver projetos no tempo certo, observar o andamento do segmento e o comportamento da sociedade. Observar o tempo e geri-lo da melhor maneira possível é um dos pilares do bom profissional.

Observar essa habilidade em você deve se tornar rotina. Como eu organizo o meu tempo? Como eu visualizo a minha atividade hoje? Será a mesma daqui há alguns anos? O que pode mudar e como eu posso me adaptar e aproveitar essa mudança a meu favor? Faça essas perguntas com frequência e observe que você crescerá mais e mais enquanto profissional e estará mais maduro quanto as suas habilidades.

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